Commodities mostram resultados negativos que assustam. Veja!

Saiba os impactos da queda das commodities e porque um sinal de alerta foi gerado diante de uma possível desaceleração mundial

A recente queda nos preços das commodities (commodities) está gerando um sinal de alerta de uma possível desaceleração global. À medida que a atenção dos investidores se volta para os sintomas de uma crise global, uma recessão não pode ser descartada.

Como resultado, os preços futuros da soja foram negociados por menos de US$ 15, semelhante ao início do ano, mas 18 abaixo do pico de junho. O minério de ferro também é menor do que a Europa pré-conflito.

Além disso, os preços futuros do milho variam entre US$ 5,88 por bushel (equivalente a 27,2 kg). Esse preço é o menor em seis meses, segundo o relatório semanal do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que apontou para uma safra norte-americana estável.

Portanto, o fraco desempenho do minério de ferro cria uma perspectiva pessimista para a economia chinesa nos próximos meses.

Entenda o que são commodities

A palavra commodities é o plural de commodity, que significa commodity em inglês. São, portanto, produtos de commodities que são produzidos em larga escala e têm importância global.

Assim, “Commodities” são produtos de origem agropecuária ou extrativa mineral, em estado bruto ou com baixo grau de industrialização, que são fabricados em larga escala e destinados ao comércio exterior.

Seus preços são determinados pela oferta e demanda internacional dos bens. No Brasil, as commodities mais importantes são café, soja, trigo e óleo.

Além disso, outra característica desses produtos é que eles tendem a ter preços semelhantes, independentemente do fabricante ou país, o que é resultado da oferta e demanda global.

Recuperação destes recursos

De acordo com analistas, embora a maioria das restrições tenha sido levantada, a recuperação das commodities não será rápida.

Com a política Covid-Zero promulgada pelo governo chinês e a deterioração das perspectivas econômicas globais, o mercado imobiliário dos EUA está em queda.

Portanto, essa situação afeta o desempenho das commodities relacionadas à construção. Um exemplo disso são os metais, que caíram de 10% para 40% desde maio.

Petróleo

Segundo Felippe Serigati, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) ressaltou ao Diário do Comércio que com crescimento global mais lento haverá menor demanda por petróleo.

Portanto, na ausência de demanda, o barril pode cair abaixo de US$ 100, prejudicando a economia dos EUA.

Além disso, com o crescimento mais lento, as taxas de juros subirão e os investidores começarão a se desfazer de commodities e se concentrar em títulos do governo nos Estados Unidos.

> Assine nossa Newsletter para ler conteúdos exclusivos!

Quer receber Notícias Diárias no Telegram? Clique aqui. 

Comentários estão fechados.